terça-feira, 6 de abril de 2010

•Inexoravelmente te amar(8'

•Há um pouco mais de um ano atrás eu escrevia em outro meio sobre incógnitas, variáveis e uma só constante, que ainda não discobrira. Falei sobre as variáveis, sobre como elas influenciavam, e como eram efêmeras na minha vida. E sempre quando ir-se-iam restava apenas a constante, que para o cérebro inepto, era também a incógnita. E como resolver uma equação algébrica quando se necessita de uma constante desconhecida, não direi nem ausente, pois já estava ali, na minha frente.

•Tempos depois descubro que a váriável mais usada no mundo seria minha eterna constante, a constante "X". Pois, admito para "X" um valor único, insubstituível e imenso . Depois de tanto falar de todas aquelas variáveis, hoje falar-te-ei da constante.



•Admite-se para "X" um valor que o cérebro ainda parvo não consegue transpor em palavras (números) devido à sua inenarrável vastidão.

•Jamais, mesmo sujeito a quaisquer operações o valor de "X" será convertido à qualquer valia menor ou igual a zero.

•Qualquer situação multiplicada ou adicionada (em módulo) à "X" será, em qualquer hipótese, melhor para o calculante.
-Calculante de 1ª pessoa :D'

•Subtrair "X" é totalmente inadmissivel em qualquer situação, não importantando a variável.

E por último não menos importante, é claro.

•É incabível a hipótese de dividir "X" com qualquer outro elemento de segunda ou terceira pessoa. Com a excessão de que este seja fracionado e seu respectivo numerador seja 1. Neste caso aplicaremos a regra de divisão de frações, e retornaremos a um tópico já citado neste post.
Ex.:
X/1/y =>X * y

Nenhum comentário:

Postar um comentário