•Eu falo do que eu vejo, do que eu penso, do que é a minha verdade e porque é considerada verdade, eu falo do que eu sonho desde aqueles pesadelos até aqueles que eu sonho que sejam realidade... Eu falo de como eu sou, de como eu acho que sou e de como eu queria que eu fosse, de como eu queria que o mundo, as coisas, e as pessoas fossem.
•Eu falo o que sai, o que cabe nesse curto e ignorante vocabulário que eu carrego, eu falo às vezes sem pensar, eu falo até pra conseguir pensar, eu falo de quando não consigo pensar, e eu falo do que (quem) não me sai do pensamento...Eu falo que eu falo, mas quando eu falo que eu falo eu posso estar falando que eu escrevo.
•E se tratando de uma pessoa que fala de mais como eu é estranho dizer que gostaria de falar mais, mas eu gostaria, porque eu gostaria de falar mais, mas falar mais conteúdo e não coisas aleatórias que nem eu sei a ordem, gostaria de ter paciência pra falar, montar na minha cabeça o falar, o que escrever para depois fazê-lo.
•Mesmo falando tanto em primeira pessoa não quer dizer que eu fale só de mim, às vezes eu falo em primeira pessoa pra não dar a impressão lógica de estar falando do outro, não porque eu vá falar só coisas ruins mas às vezes pra não transparecer tanta admiração...
•Eu falo de ti, eu falo dele, dela, eu falo de nós, eu falo de vós e deles eu também falo, mas a maioria das vezes não explicitamente, eu falo de todas as pessoas e tempos e, às vezes, em uma só pessoa e e um só tempo... euu e presente.
•Meu pensamento é uma confusão, mas essa explicação de como as coisas me surgem e de com são expelidas facilitam (ou não) o compreendimento de uma terceira pessoa.
Boa noite...
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